Criptografia do conteúdo clínico
Prontuário, anamnese, medicações e CPF de paciente são cifrados antes de chegarem ao banco de dados.
Prontuário é dado sensível pela LGPD e segredo profissional pelo Código de Ética. Esta página explica, sem jargão, o que a plataforma faz para proteger essas informações.
Prontuário, anamnese, medicações e CPF de paciente são cifrados antes de chegarem ao banco de dados.
Arquivos de paciente não ficam em pasta pública. Só saem por requisição autenticada, com verificação de titularidade.
Todo acesso a dado pessoal é registrado: quem, quando e qual registro. A trilha guarda a referência, nunca o conteúdo.
Acesso a partir de aparelho desconhecido exige código enviado ao e-mail cadastrado.
A secretária organiza a agenda sem alcançar prontuário. O acesso é concedido pelo que a função exige, não por conveniência.
Tráfego cifrado por HTTPS, limite de tentativas de login, bloqueio de senha já vazada e encerramento das outras sessões ao redefinir a senha.
A distinção não é formalidade jurídica: ela define a quem o titular deve pedir acesso, correção ou exclusão.
Cadastro, CRP, contato, CPF ou CNPJ e dados de acesso. Somos nós que definimos as finalidades e os meios desse tratamento, nos termos da LGPD.
Cadastro, prontuário, anamnese e documentos. Quem controla é o psicólogo: tratamos esses dados apenas conforme a instrução dele e para manter o serviço no ar. Pedidos de paciente sobre os próprios dados vão ao profissional responsável pelo atendimento.
Diagnóstico, tratamento e o conteúdo técnico do prontuário pertencem ao profissional. A plataforma não presta atendimento psicológico nem interfere na condução do caso.
Em caso de incidente com risco relevante, comunicamos a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e os titulares afetados conforme o Art. 48 da LGPD, informando os dados envolvidos e as medidas adotadas.
A trilha de auditoria existe justamente para isso: sem ela, seria impossível dizer o que foi acessado e por quem — e uma comunicação vaga é pior que nenhuma.